sábado, 24 de outubro de 2009

Ainda vou encontrar as palavras pra descrever meu encontro com o Cirque du Soleil. Por enquanto fiquem com ESPETACULAR!.....

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

11 de Setembro

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Sou uma pessoa ansiosa. Inventei de falar com minhas meninas que final de ano pode ser que eu monte uma coreografia para elas dançarem no "Show de Alunos" da academia. Nada é certo: não sei se vou montar, se vai ter o tal evento, não sei de nada. O fato é que elas já estão em cólicas. Já cochicham pelos corredores comentando os detalhes. Do figurino aos convidados que elas desejarão no dia. Bem feito pra mim. Um amigo meu já me alertou. "Grilo, a língua é o chicote do corpo!"

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Legal esse texto que li num perfil de twitter. Ótima reflexão pra um monte de gente.

"É comum encontrar pessoas que assumiram na vida uma postura de vítima, de coitada, de desamparada...

Geralmente, a pessoa apresenta um comportamento reprimido e sem iniciativa, refletindo uma dificuldade de lidar com o mundo externo, em especial com as pessoas.

‘Vítima’ é a pessoa que se sente inferior à realidade, vê as situações apenas nos seus aspectos negativos, transferindo para as outras pessoas os seus problemas e a responsabilidade pelo que lhe acontece. Não percebe que ela própria é responsável pela sua vida, nos seus altos e baixos, nas alegrias ou tristezas, no bom ou ruim de sua vida.

Uma pessoa na postura de vítima sente-se uma coitada e sofredora porque condiciona a sua felicidade, a sua paz interior ou o seu comportamento à ação dos outros, sejam eles amigos, familiares, cônjuge, filhos, pais, colegas de trabalho ou ainda quaisquer outras pessoas com quem se relacione. E como as pessoas não agem segundo um padrão que ‘ela’ (a vítima) quer, ela se sente coitada face às pessoas. E usa isso como bode expiatório para sua acomodação no sofrimento, transformando a sua vida em uma grande lista de reclamações, opção mais cômoda do que fazer alguma coisa para solucionar ou resolver a situação.

A pessoa nessa postura de vítima joga o ‘jogo da infelicidade’: sofre e gosta de fazer os outros sofrerem com o sofrimento dela. É a co-dependência do sofrimento: ela sofre e obriga com sentimentalismos e suas emoções, todos os que convivem com ela, a também sofrerem junto. É um lobo em pele de cordeiro, pois a vítima usa o próprio sofrimento para controlar o sentimento dos outros, para que os outros tenham pena dela e fiquem cuidando dela. Coloca-se como dominada, fraca, uma coitada, mas na realidade ela é dominadora e se sente forte agindo assim. Isso porque uma pessoa agindo como vítima tende a ser orgulhosa, mas com uma capa de humildade.

Orgulhosa porque sofre de perfeccionismo, acha-se perfeita e ‘os outros’, ah, os outros é que têm que mudar, ela não! A vítima cria um mundo próprio e tenta enquadrar todo mundo nele.
Uma pessoa não nasce com essa postura de vítima, ela a desenvolve, por condicionamento social. O sentimento de vítima geralmente se instala antes de a pessoa se tornar adulta, em especial na infância.

Esses são alguns aspectos do comportamento de vítima. Agora que tal você fazer a prova dos nove e ver se você age ou não, como vítima? Se constatar que você age como vítima, procure mudar, transformando a sua vida em algo mais significativo, desenvolvendo atitudes mais realistas frente às situações da vida, agindo com mais espontaneidade e naturalidade.

Esse desenvolvimento é uma tarefa individual, pessoal, sua. Procure ajudar você mesmo para tornar-se mais disponível para a vida, para a felicidade e harmonia e para a realização em cada momento. Você é o único responsável pelo seu próprio aprendizado e desenvolvimento como pessoa."

terça-feira, 11 de agosto de 2009

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
A gente lê cada bobagem na net!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Eu não precisei de você pra crescer.
Não precisei de você pra me educar, pra brincar comigo de super-herói.
Eu não entreguei homenagens feitas na escola pra você.
Cresci desejando tudo isso, mas minha história permitiu que você fosse personagem coadjuvante, ou quem sabe, figurante. Não me permitiu ainda saber seu nome, nem como você é (ou era).
Eu já sofri por sua ausência, já me conformei. Às vezes ainda sofro, mas tudo tem seu tempo.
De qualquer forma, eu não poderia deixar de agradecer sua participação na minha existência.
Só estou aqui porque um dia uma parte de você se encontrou com uma parte de minha linda mãezinha e abençoado por Deus, vim ao mundo. Obra do acaso, obra do destino, seja lá o que for. Obrigado e Feliz dia dos Pais.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Passo o tempo pensando nela
Passo roupa vendo novela
Como broa de fubá

Abro a porta, vejo a rua
Fecho a porta, beijo a sua
Foto no mesmo lugar

Abro a janela, tudo escuro
Fecho a janela todo puro
Esperando só ela chegar

Acendo a vela iluminando
A passarela e vou jogando flores
Pra Ela Passar

Tomo banho, ponho a roupa,
Tiro a roupa, ponho outra
Bem mais fácil de tirar

Faço rima, crio clima
Se alguém chama, mando o Lima
Atender no meu lugar

Abro a janela, tudo escuro
Fecho a janela todo puro
Esperando só ela chegar
Acendo a vela iluminando
A passarela e vou jogando
floresPra Ela Passar...